A Francesinha
sexta-feira, 13 de julho de 2012
10 Coisas Que Eu Odeio Em Você
É, eu sei que ninguém está dando a mínima pro filme, pro post ou pros meus "médios"devaneios. Mas eu também não dou a mínima pra isso... porque é uma da manhã.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Conto de Natal
O corpo dela rodava. Rodava como a barra de seu vestido vermelho, transformando os volumosos cabelos castanhos e a contornada boca vermelha cereja em um único borrão, que dominava todo o centro do espaço. O moço que a conduzia, tão belo quanto ela, tinha o terno incompleto (sem o paletó), e a gravata estava afrouxada . Porém, assim como na caso da moça, o que mais chamava a atenção nele era boca: não havia batom, mas sim, um sorriso grande e sincero, que expressava toda sua felicidade em conduzi-la e a veneração que sentia por ela.
Não havia uma pessoa dentro do bar que não prestasse a atenção neles. Todos os olhos estavam voltados para a dança do casal, que seguia de forma graciosa e precisa o som da música que tocava no rádio, localizado em cima do balcão. A música, para o agrado de todos, parecia não acabar, e os dois pareciam não se cansar. Era como se tivessem esperado a vida toda para estar ali, juntos, e todoo destino parecia conspirar para que esse momento não acabasse tão cedo. Até demorou... mas, após alguns minutos, a música parou, no momento em que o rapaz levantava a menina nos braços, os olhos se encontrando, e ficando um no outro demoradamente.
O recinto explodiu em aplausos e assobios de todos os lados. Bebidas foram oferecidas a eles, pois provavelmente o barman notou o estado cansado em que ambos de encontravam. Em meio a elogios e pedidos de mais, os dois tiveram que se dar a mão para conseguirem chegar a uma mesa do fundo, com seus refrescos. Uma nova música começou a tocar, e o bar pareceu mergulhar nas mesmas conversas de antes, mas vez ou outra, ainda olhavam para o casal, talvez esperando mais um show. Eles se olharam para rir da situação, e foi ai que notaram um detalhe tão natural, que passou despercebido: ainda estavam de mãos dada. Em vez de se olharem, olharam para elas. Os sorrisos se tornaram expressões sérias, e o silêncio pareceu ser mais longo do que a música.
Até que ela se virou por completo para ele:
_Será que ainda há tempo para nós?
Ele olhou-a intensamente. Apertou forte as mãos, segurou-a forte pela cintura com a outra e trouxe-a para seu colo, sem deixar seus olhos.
_Sempre que houver natais.
E se beijaram em mais um natal.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Escrever nessa carta...
sábado, 18 de junho de 2011
Thirteen Days!
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Eu sei, eu sei...
domingo, 10 de abril de 2011
Eu tava atoa.
Isso não quer dizer que ela estava fugindo ou se escondendo. Ela estava apenas resolvendo à sua maneira.segunda-feira, 21 de março de 2011
Ninguém está preparado para isso.
