E eu já nao me importo mais. Não ligo se o mundo vai acabar em 2012, ou se eu vou morrer amanha. A saudade do passado já nao bate mais e a ansiedade para o futuro acabou. O desespero do abandono não bate mais, eu esqueci o que é ser feliz e eu não sinto mais meu coração bater. O sangue não corre mais em minhas veias. O ar evita meus pulmoes. Meu cerebro está trabalhando cada vez mais lento e pesado. Quando fecho meus olhos, eles lutam para nao abrirem mais. Meu corpo trava quando tento movê-lo obrigatoriamente.
Eu não luto mais.
domingo, 26 de setembro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Vamos fazer um filme?

Na verdade, não foi bom isso que eu quis. Hoje, por obra do destino, acordei com vontade de assistir um filme. Vontade de deitar na cama, envolta em cobertores e travesseiros, ou até mesmo no sofá. Um pote cheio de pipoca no colo e um belo filme passando na televisão. O duro é que essa vontade sem pretexto me acometeu bem no meio da aula de matemática, enquanto eu me perdia no frio que se passava lá fora, que parecia até visível através da janela. Eu olhava aquele frio como se ele me chamasse, como se ele pudesse me confortar e me acolher. Mas ele não era tão convidativo quanto um filme, um monte de pipoca e um quarto quente. Sinceramente falando, não me importava se era sexta, sábado ou segunda. Se a oportunidade de satisfazer meu desejo fosse possível, eu largava tudo pra realizar essa vontade. Que se dane prova, trabalho ou compromisso. Que se dane responsabilidade! O filme nas minhas mãos, a pipoca no micro-ondas, as cobertas aninhadas, o travesseiro disposto, e eu olhando com lágrimas nos olhos aquilo tudo. Eu não me importaria nenhum pouco se o filme seria romance, drama, suspense, terror, comédia, ou o raio que o parta. O filme estaria ali. Confesso que uma comédia romântica era o que meu ego clamava para essa manhã, que não era triste, que me fazia bem, que tornava o dia nublado e o meu dia perfeito, mas que era, ao mesmo tempo, melancólica. A pipoca podia ser tradicional, de queijo, de chocolate, de baicon, de caramelo até! O cobertor, então! Lã, malha, casimira, seda chinesa! O travesseiro tinha a única exigência de ser macio. Talvez eu até dormisse durante o filme, no meio dele, com o balde de pipoca no chão e minha mão dentro dele. Eu, submersa no cobertor, com a cabeça afundada no travesseiro. Isso também não me incomodaria em nada. A manhã continuaria perfeita. Eu continuaria feliz. E um provável sorriso, que a muito tempo não aparece em meu rosto, brotaria. O fato de que não saber o porquê dessa vontade louca de travesseiro-cobertor-pipoca-filme me acometer não me incomoda em nada também, muito pelo contrário, torna essa manhã mais curiosa do que já está, e talvez seja isso que me atrai tanto nela.
sábado, 18 de setembro de 2010
Jeff's spaghetti
Katherine estava sentada na bancada da cozinha, balançando os pés, enquanto Jeff mexia no fogão.
_Tem certeza de que nao quer ajuda, Jeff? Parece meio complicado_disse Katherine, levantando uma sombrancelha sarcasticamente.
Jeff a olhou com cara de deboche.
_Eu sou Jeff Carter! Está no meu sangue cozinhar!
O pior é que estava mesmo. O pai de Jeff era chef de uma famoso restaurante de luxo e sua mãe escrevia livros gastronómicos para vender na própria livraria. Mas, ao que parecia, Jeff havia herdado o talento escritor da mãe, e não o gastronómico do pai.
Katherine se levantou e caminhou ate chegar ao lado dele, agarrando-se a sua cintura.
_E eu posso saber o que o Sr. Carter está preparando para nós?
Jeff passou uma mão pelos ombros de Kath e lhe beijou o topo da cabeça.
_Macarronada a Lá Verona!_exclamou, tentando fazer um sotaque italiano. Kath riu e se esticou para ver a receita no livro em cima da pia.
_E teremos sobremesa, chef?
_Claro, amor: sorvete de framboesa com pedaços de abacaxi.
_Hum, parece ótimo.
Katherine deu mais uma olhada no livro e tentou localizar a salsa em cima da pia, que parecia não ter sido picada ainda. Ela se desprendeu do abraço de Jeff (o que lhe causou certo desconforto)e caminhou até a erva, pegando a faca para começar o trabalho. Porém, após 2 ou 3 facadas, ela sentiu as mãos de Jeff tirarem a faca das suas, limpando-as com um pano para tirar alguns pedaços da salsa que haviam ficado. Katherine o olhou indignada.
_O que você pensa que está fazendo?
_O que a senhorita pensa que está fazendo! Eu cozinho, você aprecia._Jeff a levantou nos braços e a sentou de novo na bancada._É abominante ficar longe de você, mas você pediu isso._ Kath bufou e ele lhe beijou demoradamente na testa, se afastando.
Dali até o momento do macarrão ficar pronto, levou quase uma hora, e Kath tinha que admitir: estava ficando delicioso, o cheiro dizia isso.
Jeff dispois os dois pratos com a "Macarronada a Lá Verona" na mesa, perto de duas taças com suco de morango. Katherine sorriu para mesa e abraçou Jeff, que correspondeu com entusiasmo.
_Devo admitir: você tem talento.
_Agradeça ao novo livro de receitas da minha mãe. Ou era ele, ou pediríamos pizza com refrigerante.
Kath olhou para ele e riu. Jeff lhe beijou e a garota correspondeu fervorosamente.
_Vai esfriar, amor.
_Tenho certeza que vai continuar gostoso do mesmo jeito, amor.
Jeff a pegou no colo, e ela passou as pernas por sua cintura enquanto se encaminhavam para o quarto. O jantar já estava servido, mas sobremesa eles queriam agora.
_Tem certeza de que nao quer ajuda, Jeff? Parece meio complicado_disse Katherine, levantando uma sombrancelha sarcasticamente.
Jeff a olhou com cara de deboche.
_Eu sou Jeff Carter! Está no meu sangue cozinhar!
O pior é que estava mesmo. O pai de Jeff era chef de uma famoso restaurante de luxo e sua mãe escrevia livros gastronómicos para vender na própria livraria. Mas, ao que parecia, Jeff havia herdado o talento escritor da mãe, e não o gastronómico do pai.
Katherine se levantou e caminhou ate chegar ao lado dele, agarrando-se a sua cintura.
_E eu posso saber o que o Sr. Carter está preparando para nós?
Jeff passou uma mão pelos ombros de Kath e lhe beijou o topo da cabeça.
_Macarronada a Lá Verona!_exclamou, tentando fazer um sotaque italiano. Kath riu e se esticou para ver a receita no livro em cima da pia.
_E teremos sobremesa, chef?
_Claro, amor: sorvete de framboesa com pedaços de abacaxi.
_Hum, parece ótimo.
Katherine deu mais uma olhada no livro e tentou localizar a salsa em cima da pia, que parecia não ter sido picada ainda. Ela se desprendeu do abraço de Jeff (o que lhe causou certo desconforto)e caminhou até a erva, pegando a faca para começar o trabalho. Porém, após 2 ou 3 facadas, ela sentiu as mãos de Jeff tirarem a faca das suas, limpando-as com um pano para tirar alguns pedaços da salsa que haviam ficado. Katherine o olhou indignada.
_O que você pensa que está fazendo?
_O que a senhorita pensa que está fazendo! Eu cozinho, você aprecia._Jeff a levantou nos braços e a sentou de novo na bancada._É abominante ficar longe de você, mas você pediu isso._ Kath bufou e ele lhe beijou demoradamente na testa, se afastando.
Dali até o momento do macarrão ficar pronto, levou quase uma hora, e Kath tinha que admitir: estava ficando delicioso, o cheiro dizia isso.
Jeff dispois os dois pratos com a "Macarronada a Lá Verona" na mesa, perto de duas taças com suco de morango. Katherine sorriu para mesa e abraçou Jeff, que correspondeu com entusiasmo.
_Devo admitir: você tem talento.
_Agradeça ao novo livro de receitas da minha mãe. Ou era ele, ou pediríamos pizza com refrigerante.
Kath olhou para ele e riu. Jeff lhe beijou e a garota correspondeu fervorosamente.
_Vai esfriar, amor.
_Tenho certeza que vai continuar gostoso do mesmo jeito, amor.
Jeff a pegou no colo, e ela passou as pernas por sua cintura enquanto se encaminhavam para o quarto. O jantar já estava servido, mas sobremesa eles queriam agora.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
I love you, California
Não há explicação para isso. Desde que me entendo por gente (e comecei a entender The O.C.) a minha grande paixão é a Califórnia. Sim, estou falando da ilha perto dos EUA, e não dá música Califórnia, do Phantom Plante, muito menos Califórnia Waiting, do Kings of Leon. E nem pensar em Californication, do Red Hot Chilli Peppers (apesar de eu amar as 3 músicas e as 3 bandas). Me refiro, nesse post, exclusivamente ao estado da Califórnia. A minhaCalifórnia. Eu sei que ela (infelizmente) não é minha... mas é como se fosse. É como se aquilo tudo fosse mais da metade do que eu sou, como se aquilo me completasse mais do que 50%.
Eu nunca estive lá. E nem perto de lá. Mas eu choro quando ouço o vocalista do Phantom Planete falar dela. Eu sonhava quando as ruas de lá passavam em CHUCK. Eu li o livro A Terra das Sombras SÓ PORQUE a historia se passava na Califórnia. Eu baixo qualquer música que eu vejo que tem o título relacionado a Califórnia, mesmo que a letra seja nada a ver. Eu sou gamada em skate só porque ele surgiu na Califórnia. Eu assistia Californication (o seriado que passava da meia-noite ate a uma da manha na SBT de domingo) só pra ver a abertura: aquilo era PURA Califórnia.
Outra coisa que me intriga demasiadamente por esse gosto é o fato de eu odiar sol, odiar piscina, odiar nadar, odiar entrar no mar, odiar areia e odiar usar biquíni, e tudo isso também é PURA Califórnia. Ah, mas sei lá, é como se o sol da Califórnia brilhasse mais. É como se a piscina da Califórnia refrescasse mais. É como se o mar da Califórnia relaxasse mais. É como se a areia da Califórnia fosse mais macia. É como se o biquíni da Califórnia fosse melhor. Não quero me gabar, nem parecer possessiva... mas acho que amo mais aquele lugar do que os moradores se lá. Sério. É claro que eu amo outros lugares (leia-se Londres), mas, cara, pela Califórnia é mais do que isso. É adoração. É idolatração. É obsessão.
Quando eu penso naquele lugar, a sensação é de saudade. É de vontade de poder voltar lá, mesmo nunca tendo ido. É como se eu estive de intrusa aqui e o meu lugar de origem fosse lá. É como se algo estivesse me esperando lá.
Eu sei que o meu blog chama A Francesinha, devido a minha fascinação pela língua francesa. Mas o meu coração sempre vai ser da Califórnia. A mesma que me criou um dia, e agora me quer de volta.

Califórnia here I come
Eu nunca estive lá. E nem perto de lá. Mas eu choro quando ouço o vocalista do Phantom Planete falar dela. Eu sonhava quando as ruas de lá passavam em CHUCK. Eu li o livro A Terra das Sombras SÓ PORQUE a historia se passava na Califórnia. Eu baixo qualquer música que eu vejo que tem o título relacionado a Califórnia, mesmo que a letra seja nada a ver. Eu sou gamada em skate só porque ele surgiu na Califórnia. Eu assistia Californication (o seriado que passava da meia-noite ate a uma da manha na SBT de domingo) só pra ver a abertura: aquilo era PURA Califórnia.
Outra coisa que me intriga demasiadamente por esse gosto é o fato de eu odiar sol, odiar piscina, odiar nadar, odiar entrar no mar, odiar areia e odiar usar biquíni, e tudo isso também é PURA Califórnia. Ah, mas sei lá, é como se o sol da Califórnia brilhasse mais. É como se a piscina da Califórnia refrescasse mais. É como se o mar da Califórnia relaxasse mais. É como se a areia da Califórnia fosse mais macia. É como se o biquíni da Califórnia fosse melhor. Não quero me gabar, nem parecer possessiva... mas acho que amo mais aquele lugar do que os moradores se lá. Sério. É claro que eu amo outros lugares (leia-se Londres), mas, cara, pela Califórnia é mais do que isso. É adoração. É idolatração. É obsessão.
Quando eu penso naquele lugar, a sensação é de saudade. É de vontade de poder voltar lá, mesmo nunca tendo ido. É como se eu estive de intrusa aqui e o meu lugar de origem fosse lá. É como se algo estivesse me esperando lá.
Eu sei que o meu blog chama A Francesinha, devido a minha fascinação pela língua francesa. Mas o meu coração sempre vai ser da Califórnia. A mesma que me criou um dia, e agora me quer de volta.

Califórnia here I come
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Was not Alice in Wonderland

Alice não caiu em um buraco. Coelhos de colete não existem. Cartas de baralho não falam. Lagartas não fumam. Oráculos são papo furado. O Glorian Day não vai chegar. Ninguém vai sonhar com o Chapeleiro Maluco. Bewart não vai encontrar seus filhotes e nem sua esposa. A Rainha Vermelha tem uma cabeça normal. O Jaguadarte não vai ser destruído. O Capturanda não vai mais ter seu olho de volta. O Chapeleiro Maluco não tem um Chapelema. A Rainha Branca não vai mais usar a coroa. O chá maluco não vai mais ser tomado. O gato de Cheshire não vai mais sorrir. Wonderland é mentira.
Vocês não imaginam a dor cortante que me acomete escrever essas palavras, mas não há outro jeito. Acreditem: essa foi a primeira teoria de Alice quando ela chegou lá pela segunda vez. Por uma desventura lógica, ela estava certa. Para a desventura do Chapeleiro, ela não voltaria mais. Para a desventura dos gêmeos, ela não mudaria de tamanho mais. Provavelmente multidões irão me perseguir após eu dizer isso, mas o exemplo de Alice deve ser seguido. Ela usou a realidade o tempo todo, mas foi na hora de encarar o surreal que ela se tornou muitaz. Essa muiteza, antes, enterrada embaixo do cogumelo de Absolém, o mesmo que a acusou de ser a Alice errada e lhe mostrou o caminho para ser a certa. E ela conseguiu. Conseguiu tornar sua “estadia” em Wonderland o maior feito de sua vida. A vida mais confusa e intrigante já vista. Os feitos mais heróicos e gigantescos já realizados. O orgulho do Chapeleiro Maluco se resumia naquela garotinha de cabelos longos, louros e ondulado. A mesma que cresceu, se recusou a usar corpetes e meias longas e comparou chapéus com bagres.
Eu a invejo. Por tudo. Mas sublinho o único fato que me torna algo pequeno e insignificante em relação a ela: o Chapeleiro a amou.
Alice deverá ser lembrada com satisfação e vivacidade. Foi essa Alice que tornou o impossível País das Maravilhas a possível realidade. Nossa realidade. O nome dela é Alice. Nosso Alice.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Recusas.

Eu estava sentada ali, abraçando meus joelhos, há uns 20 minutos mais ou menos. A água do chuveiro caia de forma tranqüilizante, molhando meu corpo por inteiro, inclusive meu cabelo, mesmo estando encostado na parede. Eu gostava do banheiro do meu quarto. O melhor da casa na minha opinião. O Boxe era grande, porém, naquele dia, a porta estava aberta. Não havia motivos para fechá-la. Irmã trabalhando e pais zanzando pela rua com o carro. A ideia fez uma faísca de alegria dentro de mim... mas nenhum sorriso brotou em meus lábios. Por que haveria de brotar?
Enruguei a testa. Meu celular tocou. Olhei a pilha de roupas em que ele se localizava a poucos centímetros de distancia de mim. Segurei-o nas mãos. Eram meus pais. Uma careta de fúria se formou involuntariamente em minha face. Recusei a ligação pela 4ª vez naquele dia. Fechei os olhos, pronta para recolocar o celular no lugar, mas ele tocou novamente. Dessa vez era ele. Eu sorri e atendi. Ele perguntou o que eu estava fazendo e disse que passaria para me pegar daqui 20 minutos. Eu desliguei o celular e achei forças para levantar, desligar o chuveiro e me arrumar. Puis meu short jeans, minha camiseta que deixava um dos ombros a mostra estampando minha querida Marilyn Monroe e meu all star xadrez. Sequei meu cabelo até que quase estivesse seco por inteiro.
A buzina soou forte lá fora. A felicidade me inundou de tal forma que fiquei estática por alguns segundos. Me recuperei e corri as escadas enquanto escrevia a mensagem que quase mataria meus pais do coração. Abri a porta e olhei para a rua. Lá estava ele do lado da porta do passageiro, aberta. Enviei o aviso "Estou com ele. A hora que eu chegar, conversamos. Vocês sabiam que eu não ficaria sem ele. Desculpe". Caminhei ate a porta do carro e entrei ao mesmo tempo que ele. Me joguei em seus braços. Apesar de meus problemas serem gigantes, perto daquele raro momento feliz, eles pareciam as coisas mais insignificantes do mundo... Meu Mundo.
domingo, 18 de julho de 2010
TIC-TAC

A teoria de que a parte da manhã passa mais rápido é verdade... quando se está fazendo alguma coisa, mas quando se está sentada na cama olhando para a própria colcha esperando que 4 intermináveis horas passem, a manhã se torna dolorosamente lenta. Esse é o meu caso. Por isso, discordo plenamente sobre outra teoria, que afirma que a parte da tarde demora a passar. Ela passa estranhamente rápido sim, não importa se você está assistindo TV, se está no computador, se está fazendo tarefa, se está dormindo, se está estirada em algum lugar escutando música ou se simplesmente se encontra no paraíso sobre a Terra. Ela passa. Mesmo que você lute com todas as suas forças para adiantar a manhã e atrasar a tarde. Uma trava e a outra passa.
Não, o mundo não é justo. E você só percebe isso quando seu estômago ronca, você pressente a hora do almoço, olha no relógio e ainda falta 1 hora para isso. Ou ainda quando você torce desesperadamente para o MSN entrar mais rápido porque você sente que já está na hora DELE entrar, mas o relógio te desaponta “dizendo” que ainda falta meia hora.
Os ponteiros do relógio se tornam navalhas afiadas que te desfiam a cada tic-tac. O pior é que você está consciente quando isso acontece. Quando o tempo passa.
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