segunda-feira, 26 de abril de 2010

Final Infeliz



Autoria: Julia Alves da Silva

Eu estava muito feliz com ele, e pelo que parecia, ele também estava.
Nos encontrávamos ás vezes, era como um hobby mas que para o meu coração, era uma obrigação.
Na primeira vez que nos falamos no MSN, éramos somente amigos. E ele já havia pedido uma chance. Na época eu era boba em falar não para muitos meninos, por causa de um garoto que nem me dava bola.
Até que um dia eu cansei, larguei mão de não ser feliz. Pensei e me decidi por dar uma chance para o Luka.
Uma amiga combinou com ele e ficamos de nos encontrar. Foi algo especial, mágico.
Mas um dia o "viveram felizes para sempre" acabou - eu sei, é trágico.
Graças a uma "amiga" que tinha ido embora da cidade e voltava nas férias. Não éramos muito amigas, mas nos falávamos pela Internet. Ela foi a bruxa malvada, a destruidora de lares do meu, até então, conto de fadas.
Ela simplesmente espalhou para um monte de gente que não tinha nada a ver. Que raiva. Mesmo ela se desculpando, não cai na historia de Virgem-Maria.
Eu ainda falo com o Luka e sei que ainda rola um clima entre nós.
Fiquei muito mal e ele, como sempre, estava me abraçando e falando: "Você sabe que eu sempre vou estar aqui e sempre vou te amar!". E eu com um abraço apertado e chorando respondi num sussurro quase inaudível: "Eu sei e isso já basta".

Triste mas feliz...


Autoria: Julia Alves da Silva

Antes era tudo divertido, nos reuniamos a tarde, falávamos horas e hora no msn, conversavamos horas e horas no MSN por uns 20 ou 30 minutos á fio. Sentávamos na praça venda a hora passar, e só para ressaltar, as pessoas passarem. Gastávamos nosso tempo e dinheiro com bobagens como fofocas e "rabichos".
Mas aí tudo mudou: as piadas não tinham mais graça. Fofocas pareciam não mais importantes faladas por mim.
Eu passei a ser a última a saber das coisas, minhas amigas começaram a me evitar. Mw sentia a intrusa do mundo a qual eu pertencia; como um alienígena, mas alienígenas podem ser estudados e servirem de... sei lá, cobaias.
Não era o que acontecia comigo. Eu conhecia minha, ate então, melhor amiga há mais de sei-la-quantos-anos e agora era como se eramos apenas colegas que estudavam juntas e se cumprimentavam apenas na escola.
Graças à Deus eu sabia a quem recorrer. Tinha uma amiga que eu também conhecia a sei-la-quantos-anos². Ela tinha uns parafusos a menos (o que pra mim não era novidade) como uma pessoa que eu conheço (sem comentários).
Ela também tinha os problemas dela como eu e muitos que já haviam acontecido comigo, em partes, saberia resolvê-los.
Contei o que havia acontecido, recebi conselhos e também os dei.
Logo estava de volta, não todas feliz porque a cada dia que se passava minhas amigas "colegas" ficavam mais felizes e nem notavam a minha falta.
Mas ai eu olhava pra minha amiga e pensava enquanto ela sorria, retribuindo meu olhar: "Ainda bem que Deus me deu você como presente!"

sexta-feira, 23 de abril de 2010

I need you ♥


Ele olhou para o jardim, no ato desesperado de encontrá-la, e encontrou, porém, não no estado em que gostaria. Ela estava sentada no belo divã, sempre localizado no meio do jardim. Ela abraçava os joelhos e mantinha o rosto enterrado neles. "Graças a Deus" ele murmurou antes de correr ao seu encontro. Ele chamou seu nome uma, duas, três, quatro vezes, mas ela não respondeu; a única coisa que fez foi começar a se balançar. O garoto se abaixou ao seu lado, não o suficiente para ver seu rosto, mas o suficiente para escutar seu choro. Não era alto, mas era agudo, sofrido, triste.
Não teve como suportar: num impulso inconsequente, ele a levantou do divã e a abraçou. Forte. Como se daquilo dependesse a sua vida, e por um lado, dependia mesmo. "Você tem que ficar bem" ele dizia "Pra eu ficar bem também". "o que?" ela disse, com a voz ja fraca e abalada "Eu dependo de você. Preciso de você pra ficar bem".
O choro dela pareceu cessar por um momento, mas era apenas aparência: os soluços começaram, seguindo de um choro, dessa vez, alto.
Ela não tinha força nem para abraçá-lo. Os braços dela estavam unidos na frente do próprio peito. "Por que ele me deixou?" ela perguntava, aos prantos. "O que eu fiz de errado?". "Ele não esta mais aqui" o garoto respondeu, mas acrescentou "Mas eu estou e sempre vou estar"

quarta-feira, 31 de março de 2010

Talvez nao fosse só isso

E mais uma vez, o rúgido da moto era ouvido. Porém, parecia ser mais alto do que os anteriores...chegava a ser uma despedida. A pista estava a sua frente. As montanhas de terra também. O motoqueiro olhou, acelerou, encarou a platéia e parou. A garota que estava parada dentro da "concentração" de motos parou também. O tempo entre ela pegar um capacete e caminhar pela areia, até ele, foi extremamente curto. Ela parou ao seu lado e sussurou algo em seu ouvido antes de, finalmente, colocar o capacete e montar atrás dele na moto. O motoqueiro segurou as duas mãos da moça, colocaram-as junto as dele e acelerou. Pela última vez, subiu pela aquela montanha de terra; minutos depois, eles perderam o controle da moto, que, até hoje, por motivos desconhecidos, explodiu.
As últimas palavras dela para ele? Ninguém sabe dizer... mas alguns arriscam que tenha sido "Eu te amo, e agora, é só isso"

quarta-feira, 10 de março de 2010

Away From The Sun ♪

"Cause now again I've found myself so far down
Away from the sun that shines into the darkest place
I'm so far down away from the sun again
Away from the sun again"
♪Away From The Sun - Three Doors Down♫


Ainda eram 2 horas da tarde e eu já estava na estação de trem, apesar dele só chegar as 3. Como as pessoas que estavam ali eram poucas, não me importei em deitar no banco, usando uma das minhas jaquetas de couro, já que, infelizmente, minha mala não era própria para se deitar. Não era de meu costume usar jaquetas. Pra falar a verdade, poucas eram as roupas que eu realmente gostava de usar estavam na mala. Talvez seja por isso que eu optei por querer usar a combinação que realmente me agradava: regata branca, camisa azul xadrez, calça jeans de lavagem escura e meu típico all star branco. Agradeci aos céus pela brisa fresca que fez meu cabelo pender do banco: a estação já não era muito gelada e o cabelo solto (uma raridade, já que ele sempre estava preso em um rabo-de-cavalo pratico) não ajudava muito.
Olhei o relógio, mas não me levantei, queria aproveitar esses últimos 15 minutos até a chegada do trem...o trem no qual o destino estaria escrito. Seria bom voltar algum dia, ou poder dizer “ola” do mesmo jeito que eu já disse, ou ser recebida como antes...ou... mas, pêra aí: eu não pretendia voltar!

terça-feira, 2 de março de 2010

Temporário não sei por quanto tempo.

Estou falando do layout, gente! Bom, como vocês viram, eu, Lígia, finalmente consegui mudá-lo *sininhos tocam e anjos gritam ALELUIA*, porém, ele será temporário ATÉ eu achar o que eu quero ou... aprender a criar um (o que necessitará da ajuda do meu primo). Portanto, caso alguem não esteja contente com o layout, bom, faça melhor (brincadeira), eu também nao estou muito não, mas, aguarde... o novo esta por vir 99'*musiquinha de suspense de novela mexicana nos minutos finais*

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Voltei...não sei por quanto tempo.

Mas voltei, e é isso que importa xD.
Não posso prometer um texto comprido, porque nem TENTAR montar um eu tentei, e, acredite, me envergonho disso. O porquê de eu estar aqui é recuperar o tempo perdido. Agora, ouvindo New Perspective (Panic! At The Disc), a nostalgia que esse blog me trouxe foi imensa. Acho que está na hora de entender que se eu consegui, ate hoje, escrever aqui com apenas uma seguidora (diga-se de passagem), concerteza vou conseguir continuar seguindo em frente. Se for apenas com ela, otimo. Se for com mais, melhor ainda.