segunda-feira, 12 de outubro de 2009

?Morango com gosto de laranja!


Sempre é assim, não é? É claro que eu usei o exemplo de morango recheado de laranja por dois motivos (um obvio e o outro ate que não): 1º porque é isso que a imagem mostra (dãããã) e 2º porque, bem, a laranja não é a fruta mais doce do mundo, diferente do morango que todo mundo gosta. Resumindo, aquelas pessoas morangos, que todos gostam e pensam ser demais, são, la no fundo, umas laranjas: meio amarguinhas, afinal, não sempre as coisas são o que parecem. Eu sei que essa frase é muito cliche, só que, fala serio, quem nunca passou por isso de achar que aquela pessoa que voce ama e admira, na verdade, é totalmente diferente disso, é alguem que vá te surpreender do nada, lhe causando algo bom ou nao, poque, vamos admitir, se deliciar mordendo aquele morango e descobrindo que é uma laranja é fogo, né?! Agora, nós tambem somos morangos-laranjas. Quantas vezes ja não imaginamos ( e tivemos certeza absoluta) sermos algo e, depois de uma situação, muitas vezes pequenas, não nos descobrimos muito diferentes do que achavamos? E, fazendo mais uma constatação, tambem descobri que sempre nos descobrimos piores do que somos: aquele pessoa calma, serena, do nada se descobre alguem explosivo e intolerante. Nos definir é algo que nunca dará certo, porque nunca conseguiremos ser 100% aquilo que queremos.

domingo, 4 de outubro de 2009

Conveniências

Não adianta, por mais que a pessoa queira ser verdadeira, ela sempre acaba fazendo algo por conveniência. Eu, por exemplo, faço isso freqüentemente, afinal, nas maiorias das coisas que fiz, 90% foi em troca de algo. Podem me chamar do que quiserem: falsa, golpista, interesseira, etc, mas, me digam, quem nunca fez isso? Quem nunca disse algo pra alguém esperando que aquilo lhe ajudasse a ser chamada pra “MAIOR FESTA DO ANO”, ou nunca fez aquele favor esperando que, depois disso, a pessoa falasse com aquele gatinho? Pois é, fazer algo por ser conveniente é algo tão normal quanto mascar chiclete. Mas, vocês devem estar se perguntando (e eu mesma estou): por que voce esta escrevendo sobre conveniências? E eu lhes respondo: porque, dias desses percebi, que a minha vida inteira foi feita disso, baseada nisso, e ate hoje é. Eu falei coisas e me aproximei de pessoas pra conseguir outras coisas e outras pessoas, e ainda falo e faço. Um exemplo? Minhas atuais amigas. Olha, vou lhes dizer uma coisa, no começo, eu ate gostava delas, queria estar com elas, mas, hoje em dia, a única coisa que ainda me liga a elas é porque é conveniente, e sabe por que é conveniente? Porque elas são a “ponte” que me liga a algo, ou melhor, dizendo, a alguém, de extremo valor pra mim: ELE. Não é que eu não tenha capacidade pra falar com ele, o problema é que elas são o meu passaporte para estar junto dele: onde elas estão, eu estou; onde eles estão, ele esta; onde elas estão, eles estão. Eu sei que é meio confuso... mas não é minha culpa que o esquema seja assim. Resumindo, eu TENHO que ficar com elas, eu não sou feliz, já fui e talvez demore pra ser de novo. Eu não sou feliz porque elas não me fazem bem; eu já fui feliz porque já tive amigas por puro prazer; e talvez demore pra ser de novo porque eu acho que ainda vai demorar um tempo pra me livrar delas (hahahahaha soumal). Mas... sabe... isso não me incomoda, não me incomoda mesmo, eu não ligo, de verdade, eu já fiz isso antes, sabe, ter amigos por conveniência, um exemplo são as minhas amigas antigas: estava com elas porque estar com elas é estar no topo. A diferença? Com elas eu era feliz, só que nós brigamos e eu acabei fazendo a escolha errada: ir pra onde só há fracassadas (na verdade, eu já passei por dois grupos de fracassadas: o de fracasso pela metade e o de fracasso total. Felizmente, estou no “fracasso pela metade”. Já é alguma coisa, não?!). Se tem volta? Provavelmente não. As minhas antigas amigas, hoje em dia, já se acostumaram sem a minha presença, apesar de, as vezes, admitirem que sentem a minha falta e a outra opção é mudar de turma se eu não quiser continuar mostrando o meu lado mais falso é mudar, de cidade.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

I like my life?!

Eu ja gostei, e gostei muito, só que hoje em dia, viver esta se tornando uma tortura insuportavel.

domingo, 20 de setembro de 2009

Briga explicada - 2ª EXPLICAÇÃO

Sabe o que é pior que a briga? P dia pós-briga. Cara é o apocalipse ter que ver a tua mãe ti olhando como se voce tivesse matado alguém! Mesmo eu passando 4 horas e meia na escola (nunca amei tanto isso como estou amando agora), eu ainda tenho que aturar OS RESTO DO DIA cara de bosta (desculpem o palavrão) dela! Eu sei, eu sei, eu estou errada... mais, pô, quem que agüenta??? Nem Jesus, néh? Então, se nem ele, que era perfeito, agüentava, como é que EU vou agüentar?!?!

Briga explicada

A pior coisa de uma briga, é quando voce sabe que esta errada, e sabe os motivos também. Sabe quando voce acha que poderia ter feito tudo diferente, e poderia mesmo? Foi como eu me senti. E ainda estou me sentindo. Sempre que recebemos uma ordem superior a nós, devemos obedecer, e é o que eu devia ter feito. Devia ter ido direto pra casa. Devia ter ignorado a minha “amiga” irritante. Não devia ter passado pela locadora. Não devia ter ficado enrolando no centro da cidade. Eu não devia ter feito nada disso. Deveria ter ido pra casa. Pegado a minha chave e ter ido embora, simples assim, não é? É. É simples sim. Só que a idiota (lê-se eu) resolveu fazer tudo diferente, por motivos que nem essa anta (lê-se eu)² sabe. Eu sei que a culpa é minha, e sei que tudo poderia ter sido evitado. Mas, a pior coisa que sei, é que eu sabia que não acabaria bem, desde o começo. Só não sabia que as conseqüências seriam tão arrasadoras: eu perdi tudo. TUDO. Perdi a confiança da minha mãe, perdi meu orgulho, perdi os direitos que tanto sonhei ter: poder sair quando quiser, com quem quiser, pra onde quiser. Junto com tudo isso, perdi uma das poucas coisas que ainda me dava alegria: minha liberdade. E são essas conseqüências que me estão dando, ate hoje, a vontade de morrer, porque eu sei que não serei forte o bastante para agüentar, muito menos fria. Estar certa numa briga, ou pelo menos achar que esta é ótimo: voce pode culpar, xingar e odiar quem esta brigando contigo, né? É. E sabe por que? Porque é da nossa natureza culpar o próximo quando achamos que somos inocentes. Mas, e quando SABEMOS e ADMITIMOS que somos e estamos errados? A quem vamos culpar? Ou odiar? Ou xingar? A nós mesmos? Mais do que já nos culpamos, odiamos e xingamos? É angustiante ver que voce destruiu a sua própria vida com uma simples decisão, que já estava tomada. Querer voltar no tempo para tomar um novo rumo, literalmente, e não poder, é uma tortura psicológica pior que uma morte lenta, ou uma surra, é algo que mata a alma primeiro. Como não posso mudar o passado, vou tentar não errar no futuro, mesmo sabendo que isso não vai acalmar meu coração.
Outra lição que tirei disso tudo, é que, numa briga, o mais dói, alem da culpa, não são os tapas, mas as palavras ditas que justificam eles. Eu quero mudar, eu quero fazer diferente, eu não quero mais errar, não quero mais perder nada, não quero ser assim. Eu sei, entendo e aceito, que terei de lutar, “pra nunca mais viver assim” ♪(Detonautas Roque Clube) ♪.

sábado, 12 de setembro de 2009

Mudando o que ja deveria ter sido mudado.

pO meu cabelo por exemplo. Ja estava mais que na hora de cortar! Apesar de eu gostar de cabelos compridos, aquilo ja era exagero, ele estava quase chegando na minha cintura, parecia de crente (nada contra elas, muito pelo contrario, são pessoas maravilhosas) e, alem do mais, ele esta meio ondulado, mesmo com a escova termica que eu fiz a 9 meses e que ja esta acabando; com esse tempo de chuva, ele voltou a ficar exatamente como era antes: ondulado e armado! (pena que o cacheado dele não voltou :S). Dai, como eu ia viajar pra Holambra na 5ª feira (aha, eu fui! mais isso é historia pra outro post que eu posto depois), na 4ª feira a tarde eu fui no salão cortar o cabelo ( A Bella se chamava o salão) e cortei. Pedi que cortasse mais ou menos como o da Bella, e , é claro que não ficou nem um pouco parecido com o que eu imaginava, e isso é muito estranho porque, no salão que eu cortava antes, ficava exatamente como eu queria. Ela disse que cortaria 8 dedos, e eu vi que ficaria no comprimento que eu queria. Porem...a mulher ficou LOUCA e saiu cortando tudo! É! Quando eu vi, o meu cabelo tava na altura do ombro! DO OMBRO! Eu quase comecei a chorar e a xingar ela, só que foi ai que eu me dei conta que na verdade esse era o corte perfeito pra mim (apesar de eu saber que, curto daquele jeito, ele iria ficar meio armado) porque, se eu estava ali, querendo cortar o meu cabelo que estava um pocu mais da metade das costas para a altura do meu peito, é porque eu gostari de mudar, entao, por que não mudar radicalmente? Entao, pronto! Ela cortou, desfiou, repicou, secou e fez escova, e, depois de tudo isso, dei o maior sorriso do mundo. E sabe por que? Porque finalmente eu havia me encontrado, havia achado o que eu sempre quis ser: alguem de cabelo curto todo cheio de pontas! Pena que eu demorei tanto tempo pra perceber isso, e acabei mudando o que ja deveria ter sido mudado.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Obs.

Desculpas pela falta de posts, ,mais estou tentando formular um (:P!)
Bjs