quinta-feira, 27 de maio de 2010

School No!


Finalmente em casa. Bom, na verdade, acho q infelizmente. São 13:54 e eu não tenho nada pra fazer, a não ser entre as 15:30 e 16:30, onde eu vou ter que me reunir com um bando de meninos cujo Q.I. não chega nem aos pés do de uma porta pelo simples de fato de que minha professora de Matemática (Sra. Matt) quer que eu os “apoie” nos estudos. Ta, e quem me apoia ein?!
Bom, vocês já devem ter percebido que meu dia não foi dos melhores, e não foi mesmo. Apesar de eu poder ter levantado as 7:40 ao invés de 6:10 pelo fato de só temos que entrar dali 1 hora, o motivo pelo qual isso aconteceria me preocupava. E muito. A REUNIÃO DE PAIS. Tudo bem, minhas notas estão sempre bem acima da média, minha frequência é de 99%... mas minha língua não consegue ficar dentro da boca, o que já me arrumou 3 ou 4 advertências, sendo 2 no quadrimestre passado. Outro problema que irá gerar um problema futuro bem maior é a nota de 1ª prova de História do ano: 4,75, sendo que a média é 7,00. SÓ QUE, apesar, dessa nota, a senhorita aqui que lhes escreve conseguiu a incrível média académica de 8,50, ta?! Eu sei que vocês entendem isso, mas a minha mãe não! E é essa total falta de compreensão que provavelmente me deixará sem ir no clube nesse final de semana, sem sair a noite nesse sábado, sem ir a festa na quarta feira VÉSPERA DE FERIADO e sem meu amado e idolatrado computador. Não, não sei como vou viver sem tudo isso.
Então, vocês querendo saber ou não como foi meu dia, eu vou contar. Até eu sair de casa, tudo bem. Mas ai eu sai, e, olha, que droga. Eu tinha que passar na casa da minha amiga q fica duas ruas acima, perto de uma construção. O problema de passar lá é que quando os pedreiros viram a hora, provavelmente acharam que eu estava matando aula (quem dera) ou que eu tinha me atrasado de verdade, mais ou menos, 1 hora e 20 minutos. Tudo bem, tudo bem, eu supero. Até a parte de sairmos da casa dela estava na boa. Mas aí, tivemos que descer na casa da nossa outra amiga pelo simples motivo do namorado dela estar lá perto. O problema, minha gente, é que se ele é um vagabundo que não abre nem o caderno por medo de lhe dar L.E.R. (Lesão por Esforço Repetitivo), eu não sou! Resultado: saímos quase em cima da hora, além de termos que aguentar os dois se agarrando em frente da escola. Sim, aquilo me deu nojo, afinal, acabei de voltar com meu namorado, e sim novamente, ainda estou traumatizada. Bom, voltando, novo resultado: quando, finalmente conseguimos chegar no portão, ele foi fechado na nossa cara. Quando conseguimos reabri-lo, por um milagre de Deus, tivemos que correr para não termos a porta da sala também fechada na nossa fuça.
Depois de 2 aulas, estávamos nas 2 últimas. Eu até diria um ALELUIA, IRMÃO!, mas aquilo estava pior do que o inferno. Eu, lá, concentrada, ocupada e obstinada na leitura do meu livro, que posteriormente seria vítima de minha leitura compartilhada, e o medíocre do meu, agora, ex- colega, Bill, estava a qualquer custo tentando destruir meu momento raro de paz e tranquilidade (e de uma certa felicidade). Querem saber? Conseguiu. Tive que ler alguma coisa sobre alguma coisa relacionada a discurso, que, talvez, um dia servirá para alguma coisa.
Eu sei que vocês devem estar se perguntando: “Meu Deus, como esta frágil garota conseguiu sobreviver a tudo isso?” e eu lhes digo: PRO INFERNO COM ESSE NEGOCIO DE GAROTA FRÁGIL. Sobrevivi porque eu sabia que se eu matasse esse pessoal todo ai de cima, eu iria presa, e, convenhamos, eu sou muito bonita pra isso.

sábado, 22 de maio de 2010

"Assim como o ar

Me parece vital" - Capital Inicial

Eu sabia onde encontrá-la. Eu SEMPRE soube onde encontrá-la, e isso me fez rir. Um monitorava o outro, eu pensei. Para mim, aquilo bastava. Conferi no relógio: 7:00 da manhã. Era incrível, cada vez ela chegava mais cedo. Se isso a fazia feliz, ótimo, também me fazia. Eu olhei novamente: calça jeans, all-star, sobretudo grosso e uma possível blusa de maga comprida branca por baixo. Sim, era ela. Ora, e mesmo que ela mudasse a roupa, é claro que eu reconheceria aquele olhar perdido e ao mesmo tempo tempo certo! Um olhar que permanecia em dois cachorros grandes e peludos. Pareciam brincar. Os latidos expressavam euforia, não desconfiança.
Os dias de inverno fizeram com que suas olheiras se aprofundassem na de porcelana. Olheiras iguais as minhas, pensei, e isso me confortou. Essa semelhança entre nóis dois me confortava mais ainda. Caminhei. Corri. Sentei ao seu lado sem nem ao menos perguntar se podia, como eu ja havia feito em "encontros" passados. Afinal, mesmo que ela dissesse que não, quem disse que eu iria conseguir ficar o mínimo de tempo possível sem aquela garota?
Eu me sentei e nem tive tempo de olhar seu rosto (como se eu precisasse. Eu poderia desenhá-lo, mas meus traços tortos estragariam sua perfeição), pois ele logo se escondeu na curva do meu pescoço. Um arrepio percorreu tudo. Seus olhos cederam e como um último ato acordada, ela suspirou. Aah, se soubesse o que aquele ar quente causava em mim...
Lhe beijei a testa e o topo da cabeça. A embolei em meus braços. Tanto tempo que ela cuidou de mim e a única coisa que consegui fazer pra retribuir...
Foi isso.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Where are you?



I miss you.. only that.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Sebastian, apenas isso.


Ela o fitou por algum tempo, porém, ele nada percebeu. Ele parecia entretido demais no livro a sua frente do que no que se passava ao seu redor. Era impressionante como, mesmo tendo quase morrido e estando com um corte extremamente espaçoso na barriga, sua calma não desaparecia.
A garota franziu o cenho. Quando ela o olhava, ela não via o Estevan, via o Sebastian. Apenas o Sebastian. E, por incrível que pareça, isso a confortava. Talvez fosse porque Sebastian se parecia com ela... talvez por ele ser tão...humano. Sim, apesar de tudo, Sophia via nele um humano. Imortal. Mas um imortal que sangrava e ofegava, como agora.
O único problema é que ela não sabia se o ofegar vinha do livro ou do machucado. Independente do que fosse, ela ficou alerta. Endireitou sua postura, pronta para entrar assim que qualquer sinal de dor o acometesse.
Ele sorriu. Aquele sorriso maléfico e infantil que já fora visto em outro rosto. Na verdade, o mesmo, apenas com um contexto diferente.
_É uma pena que o dom de ler pensamentos tenha sido concedido apenas ao meu irmão._Sebastian levantou os olhos e largou o livro aberto em cima da cama. A garota arregalou os olhos.
Sebastian riu e abriu os braços. A menina pulou na cama, rindo, como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo. E parecia ser, pois assim que as cabeças se encostaram, eles adormeceram. Juntos. Como anjos. Anjos endemoniados.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Novidade

Quem sempre acompanha o blog, deve ter percebido que eu ando postando alguns texto da minha amiga Julia. Portanto, para não confundirem, sempre que o texto for dela, o marcador será BFF. Caso contrário, não haverá marcador ou ele será diferente. Valeu xD

De repente...


Autoria: Julia Alves da Silva

Ele estava calmo, o que não era normal, parecia angustiado a falar algo que não sabia como.
Ela, percebendo, perguntou, calmamente, sem esperar uma resposta exata:
_O que houve?
_Nada_ ele respondeu, mas agora estava mais agitado, havia começado a tamborilar os dedos sobre a mesa de estudos. Ela apenas sussurrou um "hummmm", enquanto terminava a tarefa de matemática.
De repente o barulho cessou, curiosa, a menina, por impulso, o olhou. Ele estava escrevendo em letra legível, para a rapidez com que escrevia. Ele deslizou o papel sobre a mesa, para o alcance dela.
Ela sem entender começou a ler: "Não sei o que eu faço, desde quando a conheci eu te amo, mas você não me ama, não, pelo menos, do jeito que eu gostaria". Ela, um pouco chocada, apagou o trecho escrito na folha de caderno e começou a redigir um novo: "Você não sabe se eu te amo! Talvez eu posso ate não demonstrar, mas eu também...o amo!" e repassou o papel.
Ele então, após ler, novamente apagou e agora, mais calmo, escreveu sem nenhuma demora: "Você quer sair comigo?" e ela então...acordou, pedindo para Deus que fosse verdade.

Final Infeliz



Autoria: Julia Alves da Silva

Eu estava muito feliz com ele, e pelo que parecia, ele também estava.
Nos encontrávamos ás vezes, era como um hobby mas que para o meu coração, era uma obrigação.
Na primeira vez que nos falamos no MSN, éramos somente amigos. E ele já havia pedido uma chance. Na época eu era boba em falar não para muitos meninos, por causa de um garoto que nem me dava bola.
Até que um dia eu cansei, larguei mão de não ser feliz. Pensei e me decidi por dar uma chance para o Luka.
Uma amiga combinou com ele e ficamos de nos encontrar. Foi algo especial, mágico.
Mas um dia o "viveram felizes para sempre" acabou - eu sei, é trágico.
Graças a uma "amiga" que tinha ido embora da cidade e voltava nas férias. Não éramos muito amigas, mas nos falávamos pela Internet. Ela foi a bruxa malvada, a destruidora de lares do meu, até então, conto de fadas.
Ela simplesmente espalhou para um monte de gente que não tinha nada a ver. Que raiva. Mesmo ela se desculpando, não cai na historia de Virgem-Maria.
Eu ainda falo com o Luka e sei que ainda rola um clima entre nós.
Fiquei muito mal e ele, como sempre, estava me abraçando e falando: "Você sabe que eu sempre vou estar aqui e sempre vou te amar!". E eu com um abraço apertado e chorando respondi num sussurro quase inaudível: "Eu sei e isso já basta".